
domingo, 30 de janeiro de 2011
Amor (II)

sábado, 29 de janeiro de 2011
Amor (I)

- Estou. Deixa-me. Não quero saber de ti.
- Mas porquê? Eu amo-te!
- Mas eu não... já não te amo e não insistas em andar atrás de mim. Desanda!
- Mas porquê? Eu faço tudo por nós! Eu largo tudo por ti, quero que sejas feliz comigo.
- Então deixa-me sê-lo, mas longe de ti e dos teus ciúmes. Não é contigo que estou feliz.
- Mas eu já te pedi desculpa.
- Tenho de me ir embora.
- Já? Espera... Eu sei que vais sentir a minha falta. Eu sinto-o em ti, sinto que ainda me amas, sinto que estás de cabeça quente, sinto que tu sentes vontade de me beijar. Estou desesperado...
- Adeus.
(Conversa fictícia)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Morremos.

Vivemos uma vida de sacrifícios e angústias, sofremos e lutamos pela sobrevivência e contra as adversidades que se nos deparam ao longo da vida e preocupamo-nos com aborrecimentos com isto e aquilo ou estes e aqueles. Perdemos tempo a pensar em aspectos inúteis e insignificantes… mas existem momentos bons, de prazer.
E poderíamos tirar partido de cada momento desses. Em vez disso damos valor a coisas que não interessam.
Viver bem ou mal com a vida, não é igual. O que é igual é o fim de todos nós.
P.S. Estou com um estado de espírito péssimo...
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Estou doente --'
sábado, 22 de janeiro de 2011
O do costume...

Noite de sexta-feira. O Mundo à minha volta muda... Enquanto isso acontece, eu sento-me na cadeira do costume, tapo-me com a manta do costume e penso no mesmo... Do costume. Sinto o cheiro a diferenças, a mudanças… Fico sossegada a apreciar as pessoas, a rotina do quotidiano... Enfim. Espero, mas nada alcanço.
Nada mas nada acontece comigo. Fico apenas parada no tempo e quando dou por mim… fico para trás, enquanto os outros vivem.
A melancolia dos dias apodera-se de mim e transforma-me em gelo. O ambiente é de tal forma frio que jamais se derrete… Nem o bafo quente do chá que bebo quebra o gelo.
A harmonia do amor… Esse há muito que não me bate à porta.
É uma autêntica monotonia estar aqui.
Vou abrir a janela e ver as estrelas.
(Dedicado à Lara que me inspirou profundamente c(:')
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Uma porta aberta para o sorriso encantador

Manhã de segunda-feira. A porta abria-se lentamente e eu esperava vê-la pela primeira vez na semana.
O meu pensamento percorria os cantos da sala a uma velocidade alucinante, louco de tanta ansiedade... Saltitava pelas mesas, pulava cadeiras, rebolava no chão duro e sempre que podia espreitava a porta... Na procura de navegar naquela alma com um sorriso encantador...
Quando finalmente ela surgiu... A vontade de gritar o seu nome era gigantesca! Mas tanto eu como a própria vontade sabíamos que era contra as regras... Só havia uma forma, esperar que ela me olhasse e penetrasse os seus doces olhos nos meus...
Nada começara perfeito na nossa descoberta pela afeição... Já navegámos contra a corrente e só conseguimos superar, porque nos cativámos uma à outra...
Ela tem um poder sobre mim... De me deixar no auge, num estado de espírito contagiante e sobretudo de me dissolver as máculas e transformar um dia insípido e vulgar, num mar calmo e com cheiro a rosas.
Quando tudo voltou à normalidade, eu virei-me para a frente e retomei as pontas soltas da aula...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Raiva --'

O coração trama-me tanto--'
(V.Q.R)
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Uma morte mais que sentida...

Fechei a janela e puxei as cortinas, cobrindo o céu escuro. No corredor ouvia-se um silêncio

Só o amor dele me acompanhava no meu peito ténue… tornando os meus dias mais quentes e saborosos... mas ele morreu...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Mais que um pesadelo, uma saudade.
