quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011



Prefiro sentir saudades do que vivi do que arrependimento por aquilo que podia ter vivido...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

I'm tired of this routine

O coração rasteja, a alma suplica, os sentimentos rebentam o invencível.
A barreira é persistente, intransponível. Eu luto, corro, desatino, tento pulá-la e nem o vento é suficientemente capaz de a soltar, nem eu de a saltar.
A monotonia dos dias torna-se horrivelmente melancólica.
As regras têm de se cumprir... a rotina que nunca muda... mala às costas, telemóvel no bolso e assim vou vivendo... every days.

A rotina é sempre a mesma, o que MUDA ÉS TU!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

«Façam o favor de serem felizes»

O envelhecer é próprio da idade. Ao envelhecermos não ganhamos simplesmente rugas ou a pele flácida… adquirimos também experiências, vivências, histórias para partilhar com alguém…

Mas falando no envelhecer, não me refiro apenas a ficar idoso. Refiro-me aos anos que vão passando por nós. Refiro-me ao não aproveitar devidamente o tempo e depois quando damos por ele... já lá vai atrás…

Aproveitem bem a vida, cometam as loucuras que quiserem (com juízo), escrevam, leiam, imaginem, amem, digam o que têm a dizer enquanto é tempo, descartem quem não vos quer bem, sonhem…!

«Façam o favor de serem felizes» Raul Solnado.

(Terça-feira faço 16 anos)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Estou decididamente há horas à espera que me ligues.
Enquanto anseio a tua chamada, recordo o meu dia hoje. Por exemplo de manhã... saí de casa e o frio que se fazia sentir era tanto! Mirei o orvalho que pousava sobre as ervas gélidas. Um orvalho puro e bonito. Um orvalho que para além de muito frio, me apaziguou a alma com a vista deslumbrante que me proporcionou. O orvalho que percorre os campos e faz as delícias de uns(eu) e os aborrecimentos de outros (agricultores).

À tarde lá estivemos juntos e desatinei mais uma vez. Torceste-me os pensamentos de uma forma tão intensa.... ainda não parei de pensar em ti.

Liga-me!
Adoro-te*.*

domingo, 30 de janeiro de 2011

Amor (II)

(3 semanas depois) - O que é que estás aqui a fazer?
- Eu não desisto de ti... liguei-te ontem à noite, mandei-te sms's durante este tempo todo que estivemos separados, na semana passada passei por tua casa...
- Eu estive a pensar e acho que já chega.
- Já chega de quê?
- De estarmos assim... é claro que nunca deixei de te amar, apenas queria fazer-te entender que jamais te trocaria por outro e era escusado teres aqueles ciúmes doentios.
- Eu já aprendi! Eu tenho andado desesperado, eu amo-te muito e quero-te mais do que nunca. Perdoas-me por ser impulsivo e ciumento?
- Claro... também já sinto a tua falta. Fui dura contigo e isto também me custou imenso, mas era mesmo para perceberes que aquelas atitudes foram escusadas. Sempre tivemos uma relação saudável e de repente parece que deixaste de confiar em mim, eu nunca te dei motivos para tal.
- Desculpa-me mais uma vez. Posso-te beijar?
- É preciso pedir?
(Conversa fictícia)
(Fim)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Amor (I)


- Não me vires as costas, estou a falar contigo... Estás a ouvir?
- Estou. Deixa-me. Não quero saber de ti.
- Mas porquê? Eu amo-te!
- Mas eu não... já não te amo e não insistas em andar atrás de mim. Desanda!
- Mas porquê? Eu faço tudo por nós! Eu largo tudo por ti, quero que sejas feliz comigo.
- Então deixa-me sê-lo, mas longe de ti e dos teus ciúmes. Não é contigo que estou feliz.
- Mas eu já te pedi desculpa.
- Tenho de me ir embora.
- Já? Espera... Eu sei que vais sentir a minha falta. Eu sinto-o em ti, sinto que ainda me amas, sinto que estás de cabeça quente, sinto que tu sentes vontade de me beijar. Estou desesperado...

- Adeus.
(Conversa fictícia)

(Continua...)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Morremos.


Vivemos uma vida de sacrifícios e angústias, sofremos e lutamos pela sobrevivência e contra as adversidades que se nos deparam ao longo da vida e preocupamo-nos com aborrecimentos com isto e aquilo ou estes e aqueles. Perdemos tempo a pensar em aspectos inúteis e insignificantes… mas existem momentos bons, de prazer.

E poderíamos tirar partido de cada momento desses. Em vez disso damos valor a coisas que não interessam.


Viver bem ou mal com a vida, não é igual. O que é igual é o fim de todos nós.


P.S. Estou com um estado de espírito péssimo...