quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Doente




Estou doente...
Não vejo hora de poder sair de casa, parece que o tempo não passa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nicolau Breyner

Tenho uma enorme paixão pelo ilustre actor Nicolau Breyner.
Nasceu em 1940 em Serpa. Tem mais de 50 anos de carreira e foram há poucos anos que comecei a seguir e admirar os seus passos. Lançou a sua biografia Mais Vale Ser Alegre Que Ser Triste e conta as melhores vivências da sua vida.
Há dois anos teve cancro da próstata. Sempre acreditei que ele seria capaz de vencer aquela dura batalha pela qual lutou. E venceu, o que cada vez me deixa mais orgulhosa da pessoa forte e lutadora que é.
Os meus pais têm uma amiga que fez teatro com ele há uns 40 anos... falamos imenso dele e ela contou-me muitas aventuras que passou com o Nicolau. Ele costumava alugar carros dos bons e deixá-los em "exposição" em frente ao teatro e à noite quando saía já não os tinha lá porque não pagava o aluguer dos mesmos...Fazia também muitas noitadas, bebia muito, enfim...
Em 2010 deu uma entrevista para o Alta Definição e no meio das coisas inteligentes que ele disse houve uma que me suscitou mais interesse: "Há muito poucas coisas importantes na vida, além do nascimento, da morte, do amor, da amizade (que é outra forma de amor). Poucas coisas são importantes na vida. Quando nós nos lamentamos e há pessoas que não sabem como vão viver amanhã, se têm dinheiro para comer... quando há pessoas com doenças tremendas e a sofrer imenso e nós queixamo-nos porque há trânsito(...)"

Poema de Sebastião da Gama que a sua biografia inclui:

No espectáculo dos 50 anos de carreira, para além de 1h30min de actuação, ele disse:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cheiro intenso


Era manhã. O sol recém-nascido, levantava-se lentamente, espreguiçando-se.

A brisa acompanhada do cheiro intenso a café, envolvia-nos maternalmente nos seus braços e transportava-nos para tempos remotos, em que tudo era perfeito e se podia apreciar os momentos de tranquilidade.
Nós saímos de casa. Passámos pelo jardim até chegar à saída e sentimos o aroma das rosas. O perfume era suave, fresco e tranquilizante. Aquele era o jardim que eu sempre me refugiava quando precisava de me sentir protegida. Era o ar puro que me embalava na sua brisa aromática, eram as folhas das árvores que me proporcionavam a sombra inquietante.
Os cheiros eram a alma daquela casa. A casa onde sempre vivi. Sempre me lembro de ter vários cheiros, mas havia apenas um que se distinguia, um cheiro já adotado, característico daquele lugar.
Ao longo do tempo o sol deixou de nascer e a sombra tornou-se maior. Os cheiros extinguiram-se. As rosas murcharam.
A alma da casa secou.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

I'ts over...

Não quero mais amizades destas, que só mantêm o fogo aceso enquanto a lenha está junta.

domingo, 21 de agosto de 2011

Porquê privarmo-nos de prazeres tão bons, se a vida é tão curta?     
                             

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Zero de inspiração

Não sei o que postar, não sei o que escrever, não tenho inspiração...

quarta-feira, 6 de julho de 2011